É liberdade, energia, diversão e, acima de tudo, pessoas. É aquele momento em que deixamos os problemas à porta, aumentamos o volume da música e simplesmente aproveitamos.
A Zumba ensinou-me que não é preciso saber dançar, ter coordenação perfeita ou estar em grande forma. É preciso aparecer, deixar a vergonha de lado e estar disposto a divertir-se.
Foi uma paixão que começou quase por acaso e que acabou por se tornar numa parte importante de mim. Hoje, poder estar do outro lado e proporcionar às outras pessoas aquilo que eu próprio senti quando comecei é uma das coisas que mais gosto.
Porque no fim de uma aula podem faltar forças, mas nunca pode faltar um sorriso.
Para mim, Zumba é isso: transformar exercício em diversão e uma aula num momento que queremos repetir.